O mármore sempre esteve presente na história desde os povos primitivos. Os egípcios fizeram registros em hieróglifos nessas rochas metamórficas e os gregos transformaram blocos de mármores em figuras humanas perfeitas. Além disso, consagraram em suas edificações os estilos jônicos e dóricos, que até os dias de hoje influenciam arquitetos, construtores e decoradores.
Seja na arquitetura ou na decoração, o mármore sempre dá um toque especial e sofisticado e muitas vezes é a peça chave que falta para completar o design e definir a essência do ambiente. A tendência atual é ousar com mármores conhecidos como exóticos. Os produtores nacionais estão apostando em peças com tonalidades raras, coloridas e com veios destacados.
A produção nacional se encontra principalmente no Espírito Santo, uma das maiores reservas de mármore com uma variedade de cores que não se encontra em nenhum lugar do mundo. As cores que vem sendo destaque são aquelas que expressam a riqueza natural do Brasil: verdes, amarelos e azuis em tons exuberantes. Os mármores exóticos completam e renovam aquele cômodo aparentemente sem vida com uma simples mesa de canto com um tampo de mármore verde intenso e trama suave.
Para os clientes que querem exclusividade e dão espaço para a ousadia e criatividade do profissional, a boa dica é ousar em uma bela mesa com tampo de mármore exótico e decorar o resto do ambiente de forma neutra para valorizar a peça. É importante manter a pedra limpa, mas para isso é necessário tomar alguns cuidados. Produtos como água sanitária e saponáceo abrem os poros da pedra, fazendo com que esta fique impregnada com sujeira. É possível manter a beleza do mármore apenas com uma jato d'água de seis em seis meses ou fazer a impermeabilização, que dura um ano, em empresas especializadas.
A necessidade de criar um ambiente tranqüilo e que proporcione o bem-estar da família é um desafio para decoradores e arquitetos. Mas uma das maneiras de auxiliar nessa busca é a utilização de plantas e flores que purificam e harmonizam os ambientes.
Não há uma confirmação científica e não é necessário seguir à risca os ensinamentos do Feng Shui, mas em qualquer situação as plantas são bem-vindas e, se bem utilizadas, podem trazer benefícios que vão além da estética.
O que vale, e é muito fácil, é seguir o conhecimento popular sobre as propriedades das plantas. Quem não conhece espada de São Jorge e pimenta vermelha como antídotos contra mau olhado? Hoje é possível encontrar essas plantas, que não eram bem aceitas, decorando muitas casas e entradas de restaurantes.
Para quem realmente acredita no poder das plantas uma boa dica é o arranjo de sete ervas, campeão de vendas em floriculturas e lojas de jardinagem. As ervas são arruda, guiné, espada-de-são-jorge, alecrim, comigo-ninguém-pode, manjericão e pimenteira, e tem como função purificar o ambiente e trazer prosperidade.
As flores também podem ser utilizadas para trazer boas influências, como o girassol que propaga energia positiva, e o jasmim, que tem aroma tranqüilizante. Uma boa alternativa para trabalhar com flores e garantir a harmonização é fazer a associação com as cores e aromas.
Flores vermelhas neutralizam as energias negativas e podem ser colocadas em locais de passagem, como portas e corredores; já as flores brancas, como dama-da-noite, é uma boa opção para o jardim, pois seu perfume é envolvente e tem como propriedade ativar a imaginação.
Para os antigos alquimistas, o uso de plantas aromáticas coopera no processo de cura e atualmente a aromaterapia trabalha com as essências das plantas para alterar os estados emocionais e espirituais. Acreditando ou não, nada impede que você tenha em casa plantas e flores, já que, de qualquer modo, elas embelezam o ambiente e aguçam os sentidos.
Edredon, futon, shikibufon ou kakebufon? Os nomes e as funções mudam, mas, basicamente, trata-se daquele acolchoado de algodão que ora pode ser utilizado como colchão, ora como cobertor e até como peça de decoração. O futon, um colchão à base de algodão, teria surgido há cerca de três mil anos na China e no Japão. Com o tempo, foi aperfeiçoado até chegar no conhecido futon, termo japonês para designar a almofada usada por monges budistas da seita Zen durante a meditação.
Atualmente, são produzidos em diferentes tamanhos, formatos e disposições, inclusive com estruturas de madeira, que deram origem aos móveis com futons. Desta forma, passaram a ganhar outras funções nas residências de todo o mundo. O shikibufon é o futon que serve de colchão, possui cerca de sete centímetros de espessura e é feito de algodão em mantas e revestido com tecido do mesmo material, o que facilita para que a peça seja enrolada e guardada - praticidade tida como fundamental nas residências japonesas, onde o espaço é restrito.
Nos anos 1970, o futon foi adotado por famílias da Europa e dos Estados Unidos. Devido a isso, passou por algumas transformações, como o aumento da espessura - variando de sete a 18 centímetros. Além disso, as mantas internas de algodão ganharam mistura com a espuma de látex e fibras naturais, como a de coco, que funciona como antimofo. Já o revestimento recebeu tratamento impermeabilizante.
Atualmente, os futons passaram a participar de outros ambientes, desempenhando diferentes funções - massagem, decoração e mobiliário -, com uma ampla variedade peças à disposição. No Brasil, por exemplo, é possível encontrar peças mais tradicionais, em forma de colchões, almofadas, pufes e tatames - que remetem ao original - e ainda outros incorporados a móveis, como bancos, cadeiras e poltronas, com um futon por cima. Além disso, há camas, com estrado de madeira ripada; sofás, apenas com o encosto de futon; e sofás-camas, com uma peça dobrada em 'L' ou em 'S'.
Pintar paredes, sejam as da residência ou as do escritório, não é apenas harmonizar as cores análogas ou as complementares. Antes de escolher as tintas é preciso levar em consideração que as cores estimulam determinadas reações, conforme estudos da área de psicologia e da propaganda, que comprovaram que a glândula pineal, localizada no cérebro, capta as seqüências de onda de cada cor e as interpreta com estímulos. Como conseqüência, estes estímulos se traduzem em sensações.
Desta forma, escolher uma cor está diretamente relacionado com o estado de espírito da pessoa. A escolha reflete o estado emocional naquele momento ou então manifesta um desejo da condição que deseja alcançar no futuro. Por isso, o elemento psicológico também deve ser levado em consideração na hora de renovar as cores da parede.
A cor azul, por exemplo, em tom suave, proporciona calma, tranqüilidade. Já em tom médio, estimula o sono; enquanto que o mais forte indica respeito. O verde mais suave, por sua vez, traz aconchego ao ambiente, mas nos tons mais fortes chega até a causar irritação, motivando a pessoa a deixar o local. O amarelo claro dá a sensação de luminosidade, de alegria; em tom médio, estimula a fala e a sede; e mais forte sugere descontração. Já a cor laranja em tom médio pode estimular a sede e até fome; a mais intensa, sugere criatividade.
Algumas cores podem gerar até momentos de melancolia, como no caso de um marrom mais claro. Se for muito escuro, acarreta em sentimento de perda e estresse. O preto e o branco, curiosamente, ocasionam sensações similares, como a vontade de se calar e estimular a reflexão e a inteligência. De todas as cores, o vermelho é o mais "estimulante" de um determinado sentimento. No tom suave, sugere o nascimento deste sentimento; em tom médio, estimula o crescimento deste sentimento; e se mais intenso pode até ocasionar a ação ligada a este sentimento.
Paredes manchadas, sujas ou desbotando? Cansou da cor? Ano novo, casa de cara nova? Enfim, está na hora de pintar a casa para mudar o visual, por dentro e por fora. E esta mudança, obviamente, começa pela escolha da(s) nova(s) cor(es). E agora, qual cor escolher? Como saber antes se vai combinar ou não? São as dúvidas que se instalam na cabeça de qualquer consumidor no momento de comprar as tintas.
Para estes momentos de indecisão, tanto decoradores quanto arquitetos costumam dar algumas dicas para facilitar na escolha, que envolve aspectos que vão desde o perfil do cliente, função do local, piso, luminosidade e até o conjunto que irá formar com os móveis e peças da decoração. A primeira dica, por exemplo, é realizar um teste pintando uma pequena placa com a cor desejada para observar o impacto no ambiente e as variações da cor final conforme a luz, aberturas (luminosidade causada pelas portas e janelas) e com o anoitecer.
Outra dica importante é que, em relação ao círculo cromático universal, as cores complementares são um pouco mais difíceis de combinar, por apresentarem um contraste muito forte em relação umas às outras. Já com as análogas - denominadas cores vizinhas e que dão uma impressão de uniformidade - é mais fácil de trabalhar, com o devido cuidado de não deixar o ambiente monótono.
Exemplos de cores análogas são o bege e o marrom, o azul claro e o azul escuro; amarelo e o laranja etc. Já as chamadas complementares ocupam posições opostas no círculo cromático, como o amarelo com o azul; o verde com o vermelho; e o preto com o branco.
Se a escolha da tinta for em função do piso, os mais claros, sendo de madeiras, tecido ou frios, permitem maior liberdade, podendo as paredes e demais elementos serem tanto claros, quanto escuros. Mas se forem em tons escuros, pedem cores mais claras para as paredes. Já com tetos altos, acima de 2m80, estes podem ser mais escuros que as paredes. Com pé direito mais baixo, o recomendado é que seja mais claro que as paredes.
Com as festas de final de ano se aproximando, é hora de uma faxina geral na casa para recepcionar os parentes e amigos nas confraternizações. A lavagem e higienização de cortinas, no entanto, não são operações das mais fáceis, devido ao tamanho das peças, o tipo de material com o qual são confeccionadas e a peculiaridade das cores, que não facilitam a vida dos consumidores.
Há lavanderias especializadas que prestam este tipo de serviço, mas quem prefere economizar para comprar presentes e comidas e bebidas para as recepções pode fazer a limpeza das cortinas em casa mesmo. Uma opção prática e eficiente para a limpeza é o uso do aspirador de pó. Com cuidado, é possível utilizar o aparelho sem danificar o tecido. Basta colocar o bocal de escova para não danificar o tecido com a sucção. Neste caso, a limpeza deve ser feita a cada 15 dias.
Se optar por lavá-la, faça-o ao menos uma vez por ano. E, se o tecido suportar, você poderá lavá-la em casa mesmo, com sabão neutro. Coloque de molho de um dia para o outro, trocando a água três vezes - a primeira, após 20 minutos de molho, para que o pó não manche o tecido. No dia seguinte, lave a cortina na máquina, selecionando o programa para peças delicadas. Depois, deixe secar na sombra. É aconselhável realizar a primeira lavagem após os primeiros oito meses ou no máximo em um ano. Após isto, a lavagem pode ser feita a cada um ou dois anos.
Como existe uma grande variedade de tecidos que só podem ser lavados a seco, informe-se antes com o fabricante sobre como proceder no momento da lavagem, para evitar que encolha ou fique amarrotado, além da possibilidade de perder o brilho e a textura natural.
Preencher pisos e paredes com seixos se tornou uma alternativa exótica na decoração dos ambientes. Os seixos nada mais são do que aquelas pedras arredondadas forma variável que, combinadas de acordo com o formato, compõem o arranjo do piso desejado.
Os seixos podem ser montados com pedras naturais ou pré-fabricadas. As naturais, colhidas em leitos de rio, possuem um estilo mais peculiar devido ao efeito do movimento das águas. Já as pré-fabricadas são resultado de processo industrial: pedaços quebrados de rochas passam por betoneiras até chegar a um formato semelhante ao natural. Os seixos costumam ser utilizados na composição do paisagismo e em pátios e garagens.
O material é barato e, quando bem instalado, com massa de boa qualidade, dura mais de 30 anos. Os seixos podem ser encontrados em lojas especializadas em pedras ou jardinagem, vendidos em sacos de 20 ou 30kg. São necessárias em média 60kg para cobrir cada metro quadrado. Um alerta importante deve ser levado em conta antes da compra das rochas: a extração tem de ter a licença do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
No piso, o solo bem compactado deve ser dividido em áreas de cerca de um metro quadrado, demarcadas por sarrafos. Então, cada repartição recebe uma camada de cinco centímetros de concreto de consistência pastosa, na qual as pedras são espetadas uma a uma. Depois de assentadas, são niveladas com desempenadeira de aço. Leva-se um dia inteiro para cobrir cerca de três metros quadrados.
Outra opção é deixar os seixos soltos: nesse caso, o solo também é compactado, e o terreno, nivelado. A área é então forrada com uma manta de drenagem do tipo bidim, em que são espalhadas as pedrinhas, formando uma camada de três a cinco centímetros de espessura. A higienização do piso com seixo deve ser feita com água e detergente neutro. Em fachadas, jatos de água com uma pressão média são bem-vindos. Detergentes alcalinos podem manchar ou desbotar a pedra.
Decorar ambientes com peças em mosaico significa utilizar a simplicidade e a criatividade para dar um toque especial e diferente em cada ambiente da casa, escritório ou apartamento. As peças podem ser compostas por diferentes tipos de materiais. O básico são as pastilhas de vidro, mas a porcelana, as pastilhas de resina, os azulejos, as gemas de vidro, os apliques de cerâmicas e as pedras em geral também aparecem como alternativas. Em geral, pode-se dizer que não existem regras para se criar enfeites de mosaico; o que vale é utilizar a imaginação para compor os trabalhos.
Antes de colocar as mãos na massa, você vai precisar das famosas pastilhas de vidro (ou de qualquer outro material), cola branca, rejunte de azulejo, pincel de pêlo sintético, tinta látex e verniz de concreto. Com as pastilhas já preparadas no formato ideal, vá colando uma ao lado da outra (utilizando a cola branca), sempre com a superfície lisa para cima. Depois de preencher todo o espaço com as peças, espere 24 horas para que a porção fique seca.
Chegou a hora de preparar o rejunte. Para cada quilo do produto, adicione 250 ml de água. Feita a mistura, espalhe a massa com o pincel de pêlo sintético sobre toda a superfície do mosaico e espere meia hora para secar. Em seguida, utilize uma bucha lisa para limpar os resíduos do rejunte. Faça o procedimento três vezes, em intervalos de meia hora. Aguarde mais 24 horas. Então, cubra toda a superfície com o verniz, utilizando o mesmo pincel.
Algumas dicas de segurança são importantes antes de começar a montar o mosaico: caso as pastilhas não estejam prontas no formato adequado, utilize um óculos de proteção para cortar as peças com o torquês (ferramenta de corte). Luvas de proteção são importantes na hora de mexer com os produtos para evitar eventuais alergias e ferimentos.
Um toque de requinte e durabilidade para os banheiros, residencial ou comercial: as cubas de granito não apenas dão um tom mais elegante ao ambiente, com um design moderno e arrojado, mas oferecem resistência e facilidade na hora da limpeza. Feitas à base de resinas nobres, associadas a minerais e fibras, as cubas de granito resistem mais os grandes impactos em comparação, por exemplo, com as bacias de mármore.
Outra vantagem das cubas de granito é a facilidade na hora da limpeza. Devido à falta de porosidade, a higiene se torna prática, podendo ser feita com um simples pano molhado umedecido em qualquer produto de limpeza. Outra característica marcante destes tipos de cubas é a forte resistência às variações climáticas. Alguns compostos, por exemplo, sucumbem às bruscas mudanças de temperatura e acabam formando rachaduras nas pias e outros recipientes, o que não ocorre com as cubas de granito.
Cubas de granito também podem ser higienizadas com os mais variados produtos químicos. As bacias são formadas por componentes minerais capazes de suportar os efeitos das fórmulas dos produtos de limpeza. Enfim, uma boa opção para o momento de pensar na decoração de seu banheiro.
Dicas para cuidar dos móveis revestidos de couro ou tecido
Para que os estofados de casa, sejam eles de tecido ou couro, se mantenham limpos e bonitos por muito mais tempo é recomendável uma consulta a um profissional especializado. Informações sobre limpeza e conservação, contudo, são sempre úteis numa emergência doméstica. No manual de manutenção da fábrica de móveis Artefacto é possível aprender algumas técnicas para proteger, ou salvar, a mobília.
Para limpeza rotineira de estofados, forrações de parede, colchas e cortinas recomenda-se o uso de uma escova de cerda natural macia ou do aspirador de pó com a ponta tipo "vassourinha macia". A limpeza deve ser efetuada pelo menos uma vez por semana ou sempre que necessário. Para não causar danos irreversíveis aos tecidos, evite o uso de qualquer produto químico, principalmente à base de cloro.
Para preservar sofás, poltronas e cadeiras de couro natural, a dica é fazer uma limpeza regular com pano de algodão branco até retirar todo o pó. Quando necessário, utilizar um pano úmido e, em seguida, um pano seco. O couro natural não deve ser molhado e precisa ser protegido da luz solar e do calor. O manuseio de objetos úmidos, quentes, coloridos que soltem tinta, pontiagudos e cortantes devem ser evitados perto do móvel. Também não é recomendável o uso de produtos químicos, tais como: álcool, alvejantes, sabões concentrados, óleos, vinagre, tensoativos (como detergentes), abrasivos, solventes, benzinas e amônias.
No caso dos móveis de camurça, o ideal é fazer limpeza a seco. Líquidos derramados devem ser imediatamente absorvidos com pano ou papel, sem esfregar. Após secar naturalmente, escove o tecido de forma delicada com uma escova de cerda macia.
Informações mais detalhadas sobre a utilização dos processos adequados de conservação e limpeza de estofados, acesse: www.artefacto.com
Alguns cuidados na hora de utilizar o material minimizam estragos causados pela poeira
O gesso é um dos trunfos dos arquitetos para decorar casas ou reformar um escritório. Em placas ou moldes, a leveza, a facilidade de manuseio para execução de detalhes e a rapidez da aplicação contam pontos a favor do material. Tetos, rodapés, sancas, divisórias, molduras, barrados, até estantes e armários de gesso garantem um toque diferenciado a cada projeto. O único ponto fraco é a inevitável sujeira na colocação, que pode ser minimizada com alguns cuidados.
Se antigamente era preciso sair de casa para uma reforma, hoje é possível acompanhar de perto as mudanças na decoração. Porém, para trabalhar com peças de gesso é preciso atenção redobrada com a mão-de-obra, principalmente por causa de todo o pó levantado durante o processo e dos detalhes no acabamento.
Normalmente, quem opta por uma reforma com gesso retira os móveis do ambiente, mas quando isso não é possível, a saída é cobrir sofás, mesas e cadeiras com panos ou plásticos. Há 40 anos lidando com gesso, Efísio Sana, do Gesso Civil, em São Paulo, protege os móveis com papelão grosso e por cima cobre com plásticos vendidos a metro. "É uma solução barata e eficiente", recomenda Sana. "O piso e as frestas das portas são forrados com plásticos presos por fitas adesivas. Esse forro serve também para o pintor, que sempre começa seu trabalho lixando a superfície".
Heleno Cândido da Silva, da Placgesso, no Rio de Janeiro, tem 35 anos de experiência no ramo e admite o inconveniente da poeira. "O bom profissional sempre tenta sujar o mínimo, mas o trabalho é artesanal e, às vezes, é impossível evitar a bagunça", diz. Segundo Heleno, uma alternativa muito boa é o Drywall, uma parede de gesso acartonado com estrutura de aço galvanizado. Sem muita quebradeira pode ser instalada com mais rapidez, já que as placas já vêm prontas e podem receber tubulações, fiação elétrica e instalação acústica no seu interior.
Contatos:Os empreendimentos residenciais lançados nos últimos anos têm uma forte característica em comum: cômodos cada vez menores. Driblar a falta de espaço na hora de decorar o ambiente requer planejamento. Para que o aproveitamento seja o melhor possível, uma das possibilidades são as portas de correr.
O sistema deslizante substitui as portas com dobradiças tradicionais, que demandam um espaço mínimo para que sejam abertas. Além da praticidade no manuseio, as portas corridas podem ser portáteis e de fácil colocação. O uso mais comum nos últimos anos tem sido nas casas de praia, pelo modelo moderno e por combinar com o estilo veraneio.
As portas de correr também podem ser aplicadas para dividir ambientes, sem separá-los por definitivo. As divisórias feitas por portas deslizantes transformam o ambiente em espaços multiuso. Assim, cada cômodo pode sofrer várias mudanças sem a necessidade de nova reforma. Outro benefício das portas rolantes é a facilidade na limpeza. Por ser um objetivo totalmente removível e leve em relação às portas tradicionais, oferece acesso a higienização até nas partes mais difíceis como nas dobras.
Lápis, caneta, papel, borracha, grampeador, pastas, documentos e mais documentos. Não bastassem os problemas corriqueiros de qualquer empresa e, de repente, você se depara com mais uma dor de cabeça no dia-a-dia: o escritório desarrumado. Além de causar má impressão, a bagunça dificulta a rotina de trabalho, já que aumenta a perda de tempo na hora de encontrar objetos necessários.
A consultora doméstica Heloisa Lúcia Sundfeld, sócia da Help Personal Assistant, dá algumas dicas para que isso não atrapalhe o seu dia-a-dia. Um dos primeiros passos é fazer um planejamento das tarefas a serem executadas. "Com isso, conseguimos fazer com que ele funcione melhor, evitando-se que trabalhos não sejam executados ou fiquem prontos fora do prazo", diz Heloisa.
Segundo a consultora, o ideal é que a cada semana seja feita uma pequena arrumação para que as coisas continuem no lugar. Além do planejamento na limpeza, a tecnologia, de uns tempos pra cá, tem facilitado bastante a organização. "Hoje em dia, podemos armazenar as informações em arquivos eletrônicos, CD ou disquetes. Assim conseguimos ocupar menos espaços". Heloisa lembra ainda que itens como computador, impressora, telefone e fax devem ser colocados em uma bancada ao lado.
Documentos antigos devem ser descartados. "Os papéis que não precisam ser guardados são aqueles que não serão usados no futuro, como, por exemplo, anotações sobre um trabalho feito para um cliente do qual não temos mais contato".
Uma outra dica importante da "personal assistant" é sobre a melhor forma de organizar uma estante. "Os livros devem ser organizados por assunto e, em ordem alfabética. Pode-se também, colocar uma etiqueta nas prateleiras para identificar o que consta em cada uma", finaliza.
A limpeza das paredes varia de acordo com o tipo de tinta usada. A principal recomendação para manter a beleza da pintura é limpar o local sujo o mais rápido possível, assim que o problema for detectado. A única advertência é para que a higienização não seja feita nos primeiros 30 dias após a aplicação da primeira pintura.
Nas paredes com tinta fosca ou semibrilho, o ideal é passar uma esponja macia com detergente neutro na área suja. Depois, você deve umidecer um pano para tirar o excesso do produto e passar no local.
No caso de superfícies com tinta à base de água, é importante fazer uma limpeza mais leve. O ideal é passar um pouco de detergente sobre a região manchada e, em seguida, reforçar o procedimento com um pano macio para retirar o excesso.
Quando a parede for pintada com tinta acrílica lavável, é preciso preparar uma solução com meio litro de água, 250ml de álcool e 50ml de detergente. Com o auxílio de uma esponja ou um pano limpo, você deve aplicar a solução na superfície suja, sempre em movimentos circulares.
A escolha adequada da cor de uma parede envolve não só a beleza, como também a proteção que ela oferece.
As cores são capazes de afetar o humor das pessoas. Amarelo, laranja e vermelho são cores quentes e muito vibrantes, enquanto o verde, azul e púrpura são frias e calmas. Em ambientes pequenos, a regra geral é usar cores que "ampliem" o espaço, como o azul e o verde. Mas, se a intenção é estimular a sensação de aconchego, a melhor opção recai sobre as cores escuras e vibrantes, como o vermelho e o amarelo. Uma dica para ampliar o ambiente é ter o piso mais escuro que a parede, que deve ser mais escura que o teto.
Se a parede a ser pintada recebe muito calor use cores frias. Para ambientes frios, o ideal é adotar cores quentes. Não podemos esquecer que, quanto mais claras, maior a difusão da luz (solar ou elétrica), assim será maior a economia de energia elétrica.
Fundamental também é fazer um teste de cor numa parede antes de comprar toda a tinta e começar o trabalho. Afinal, as tintas quando secam mudam de cor, algumas clareiam enquanto outras escurecem. Por isso, compre apenas uma lata pequena na cor desejada e faça um teste.
Indispensáveis para aqueles que buscam dar um toque especial aos ambientes, as almofadas reúnem beleza e conforto em uma única peça.
Mais versáteis que os travesseiros, as almofadas podem ser espalhadas pelo chão, sobre a cama ou nos estofados. Além das diversas formas, as almofadas podem ter texturas variadas, cores inusitadas, ausência ou presença de brilhos. No Oriente, elas são muito valorizadas, substituindo até mesmo certos móveis. É impossível pensar em uma decoração oriental, sem levar em conta a presença das almofadas.
As almofadas acompanham a moda e se mostram como as melhores opções para os consumidores mais comedidos, que preferem móveis de revestimento liso e utilizam este artefato apenas como um toque, deixando o ambiente mais confortável e descontraído.
A nova tendência em almofadas mostra alguns acabamentos finos como voile (voal) e seda. Também estão em alta os tecidos em tons preto, vermelho e verde-pistache. Laços e o zíper invisível são detalhes que dão um aspecto delicado. As texturas impermeáveis são outra inovação em confecção de almofadas. Os modelos se encaixam com sucesso em locais de trânsito constante de crianças pela praticidade de higienização
A noite não é mais um fator que impede aqueles que gostam de apreciar um belo jardim, principalmente porque a iluminação artificial pode valorizar ainda mais projetos paisagísticos, por meio de formas e efeitos. A iluminação adequada parte de um cuidado especial para evitar excessos desnecessários, já que o conceito de jardim bem iluminado não está na grande quantidade de luz aplicada e sim na criatividade e na qualidade do projeto.
Existem inúmeras formas de se iluminar jardins, como destacar árvores e arbustos, demarcar caminhos e realçar o colorido das flores. Podem ser utilizadas a iluminação direta, para realçar um ponto específico do jardim, e a indireta, que determina o espaço sem um foco de destaque.
Para os jardins de inverno, com áreas menores e fechadas, é recomendável o uso de uma iluminação reduzida, aplicada em mini postes e pequenos refletores. Contudo, fica reforçada a idéia do uso de lâmpadas com tonalidade entre 2.700K e 4.000K.
A utilização de lâmpadas fluorescentes tubulares no teto do jardim de inverno, escondidas por placas de acrílico jateadas, pode reproduzir a sensação da luz do dia. Afinal, nenhuma planta sobrevive em ambientes totalmente escuros. Algumas espécies se adaptam melhor em áreas de sombra, mas se não receberem luz indireta ficarão amareladas e poderão morrer.
Por isso, existem hoje no mercado lâmpadas que favorecem a fotossíntese. É o caso da linha Grolux da Sylvania Iluminação. De acordo com Eduardo Leonelo, gerente de produto da empresa, a linha auxilia o processo de fotossíntese dos vegetais por possuir altos níveis de luz azul e vermelha. Com bulbo T-12, está disponível nas potências 15W, 20W, 30W e 40W.
"Como alimento e luz são fundamentais para o metabolismo dos seres vivos, os cuidados com a escolha da iluminação correta podem tornar o habitat dos vegetais mais agradável e saudável", diz Leonelo, ao explicar que as lâmpadas devem ser instaladas na parte superior dos jardins internos, simulando a fonte de luz do Sol.
As lâmpadas Grolux de 15W, 20W e 30W têm vida média de 7,5 mil horas, enquanto a de 40W possui vida média de 12 mil horas. Têm preço médio entre R$ 18,00 e R$ 32,00.
Desde que foi apresentado ao mercado nacional na década de 90, o drywall desponta como um promissor sistema construtivo. É hoje presença marcante em edifícios comerciais, hotéis e salas de cinema multiplex, e conquista, cada vez mais, o mercado residencial.
Trazido por fabricantes mundiais (BPB Placo, Knauf e a Lafarge Gypsum) que decidiram instalar suas fábricas no Brasil, o drywall registrou, em 2005, expansão de 8%, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall. O consumo, medido pelo principal componente do sistema drywall - a chapa de gesso - foi de 14 milhões de m², no período.
Utilizado em paredes, forros, revestimentos e detalhes arquitetônicos variados, o sistema drywall é feito de chapas de gesso acartonado sobre estruturas metálicas. As chapas de drywall são fabricadas industrialmente mediante um processo de laminação contínua de uma mistura de gesso, água e aditivos entre duas lâminas de cartão.
Os sistemas drywall são capazes de garantir rapidez na execução de um projeto, qualidade de acabamento e ausência de desperdícios. Cumprem também os mesmos requisitos básicos de desempenho mecânico, acústico e térmico das paredes de alvenaria.
A fabricação nacional das chapas de gesso também dá impulso à cadeia de negócios do drywall. Esta é formada, de um lado, por unidades de fabricação dos componentes para esse sistema, incluindo perfis estruturais de aço, massas e fitas para tratamento de juntas, parafusos, elementos para isolamento termoacústico e impermeabilizantes, e também por fornecedores de acessórios complementares específicos, como buchas e parafusos para fixação de cargas, caixas para tomadas e interruptores, tubulações hidráulicas flexíveis, metais e louças sanitárias, entre outras.
Existem hoje no mercado três tipos de chapas: a branca, para aplicação em áreas secas, a verde, resistente à umidade e a Rosa, para aplicação em áreas secas que precisam de um maior desempenho em relação ao fogo.
Mais informações:Para prolongar ainda mais a vida útil dos armários, alguns cuidados podem ser tomados. A luz do sol descolore a madeira com seus raios ultravioleta. Portanto, a melhor alternativa é proteger o móvel do sol. Mas, se isso não for possível, use sobre ele cera para carro com filtro solar. Madeiras claras fora do alcance do sol devem receber cera incolor pastosa com silicone, a cada 15 dias, pois ela formará uma película protetora. Já armários escuros podem receber óleo de peroba, capaz de hidratar a madeira.
Na hora da limpeza também são necessários alguns cuidados como o uso de panos macios, sem fiapos. As melhores escolhas incluem uma camisa velha, fraldas, pano de prato, flanelas. O pano não deve ter nenhum fecho, botão, zíper ou emenda grossa que poderá riscar as superfícies dos armários. Panos com bordas ou fios soltos podem prender em lascas de madeira, nos encaixes entre as peças e acessórios.
Contra fungos, brocas e cupins, a melhor solução ainda é a prevenção. Por isso, produtos específicos capazes de evitar o aparecimento destas pragas devem ser aplicados com um pincel, em todos os lados da madeira.
Pedaços de giz, colocados dentro de saquinhos de pano e distribuídos dentro do móvel são capazes de evitar o mofo, enquanto o mau cheiro pode ser eliminado com a colocação dentro do armário, por até três horas, de uma vasilha com um litro de vinagre fervido. Depois de retirar a vasilha é preciso, ainda, passar um pano molhado com vinagre por dentro e por fora do móvel e depois deixá-lo aberto para secar completamente. Deixe-o aberto por algumas horas para que fique bem seco.
Para retirar ou, pelo menos, amenizar marcas feitas na madeira por objetos pontudos, uma dica é colocar um pano molhado sobre o local marcado e depois passar um ferro elétrico bem quente sobre o pano até que a marca desapareça. Nos buracos feitos por insetos, a dica é colocar um palito com cola na cavidade deixar secar. Depois de seco cortar os palitos e lixar.
Pelo menos oito horas de sono diárias são recomendadas pelos médicos para uma vida saudável. Por isso, se as pessoas são instruídas a passar cerca de um terço de suas vidas na posição horizontal, é importante procurar mais que o conforto de um colchão: é imprescindível saber se ele não trará prejuízos à saúde - principalmente à coluna.
Especialistas recomendam experimentar o modelo antes de comprá-lo já que o colchão ideal deve relaxar os músculos, mantendo a coluna alinhada. Se o colchão for de espuma é indispensável consultar a tabela de densidade, disponível nas lojas. Elaborada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), ela determina a densidade que o colchão deve ter, de acordo com a altura e o peso de cada pessoa.
Colchões de molas não têm especificação quanto a peso e altura, apesar de serem revestidos de espuma. Os de água servem para pessoas enfermas, que passam longos períodos deitadas. No entanto, são pouco práticos para uso em casa, devido ao peso e à manutenção. Os ortopédicos e os magnéticos, que dividem opiniões sobre a comprovação de sua eficácia terapêutica também devem respeitar tabelas de densidade.
Os colchões de espuma, mais baratos têm vida útil de, no máximo, cinco anos. Os de molas, mais confortáveis e caros, chegam a ser usados por mais de 15 anos. E, apesar de as fábricas de colchões terem exigências a cumprir para garantir a qualidade e a durabilidade dos produtos é importante que o consumidor assuma algumas responsabilidades para a conservação e higiene do colchão.
Como dica, gire a face a cada 15 ou 30 dias e coloque-o no sol ou no ar pelo menos uma vez por mês.
Veja tabela:
A Eliane Revestimentos Cerâmicos apresentou na 6ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo uma inovadora coleção para revestimento de paredes: a Habitat, que surge como um apelo ecológico e de preservação ambiental, já que aparece como alternativa a materiais naturais como a madeira, que vem sendo explorada indiscriminadamente, vidro, couro e fibras têxteis.
Estas novas séries, ainda únicas no mercado, permitem a aplicação de juntas muito pequenas que garantem a aparência de paredes lisas, sem divisórias entre as peças.
Disponível no formato de 32,5 x 57 cm, uma das séries, a Skin, reproduz a textura do couro e está disponível nas cores branca e preta, a partir de R$ 67,00. Já as opções bege e marrom, da série Wood, que reproduz a textura da madeira, no formato 16,25 X 57 cm, pode ser encontrada no mercado a partir de R$ 76,00, mesma média de preços para revestimentos que imitam vidro e fibras têxteis.
As cadeiras estão em quase todos os lugares. São usadas para leitura, descanso, refeições, conversas entre outras atividades. Tanta importância justifica a existência de concursos, premiações e até de um salão internacional.
Com o objetivo de estimular a elaboração de idéias criativas e inovadoras sem deixar de identificar a função da cadeira e levar em consideração o aspecto ergonômico, a escolha de materiais e as necessidades advindas da produção em série, a 29º edição do Salão Internacional da Cadeira (Salone Internazionale della Sedia), que aconteceu entre 8 e 11 setembro de 2005, na cidade italiana Udine, principal região produtora de cadeiras no mundo, reuniu 175 expositores de diversos países da Europa.
Os quase 12 mil visitantes de mais de 70 países presentes no evento, organizado pela Promosedia, Associação dos Fabricantes da região de Friuli-Venezia-Giulia, apreciaram cadeiras de diferentes estilos e materiais. Entre os modelos observados, o destaque ficou por conta da peça criada por Christophe Bourban, estudante do último ano do curso de Desenho Industrial da Ecal, em Losanna, na Suíça. Vencedor da edição de 2005 do Promosedia International Design Competition, Bourban recebeu um prêmio equivalente a 3.500 Euros e teve seu protótipo apresentado no tradicional salão italiano.
Em 2006 a exposição será realizada entre 9 e 12 de setembro.
Mais informações:Capazes de ressaltar a personalidade dos ambientes, os tapetes transmitem sensação de aconchego e conforto térmico além de delimitarem espaços em qualquer cômodo que se encontrem. Eles não seguem uma tendência específica. Por isto, são escolhidos conforme o gosto pessoal, as cores dos móveis e o estilo da sala, quarto, cozinha, banheiro, sala de estar ou varanda.
Os tapetes coloridos ou estampados, por exemplo, garantem mais alegria aos ambientes, porém, os requintados e elaborados, como os persas ou turcos, são mais indicados para ambientes sofisticados, com móveis de estilos passados. Nos cômodos contemporâneos, ornam bem os tapetes artesanais, indianos geométricos ou de sisal. Ambientes mais despojados podem ainda receber tapetes feitos por meio da técnica de fuxico ou de barbante, muitas vezes disponíveis em apresentações diferenciadas como em forma de flor.
Em tempos de constantes ameaças de escassez energética, o jeito é inovar com o uso de produtos capazes de proporcionar luminosidade natural. E, se a inovação puder ser feita com charme e requinte, melhor ainda. Para isso, já existe no mercado o translúcido, laminado transparente que, quando aplicado em portas e divisórias, produz efeito semelhante ao do vidro e do acrílico.
Resistentes à alta temperatura, umidade, manchas, impactos e riscos, os laminados suportam cortes, furos, parafusos e qualquer tipo de fixação, inclusive em alumínio. Com corte reto e em formas arredondadas, eles também podem ser aplicados em móveis, frente de gavetas, divisórias, tetos transparentes, peças de decoração, luminárias e ambientes que exigem transparência.
Mais informações:
A área de circulação dos hóspedes na mansão usada na Jundiaí Decor, como o próprio nome diz, deveria ser um lugar para passagem rápida. Mas, isto é impossível, em virtude do bom gosto da arquiteta Liège Zomignani na transformação do local. "Procurei transformar um corredor comprido e uma saleta pequena em um aconchegante e amplo local de contemplação", afirmou ela, que conseguiu atingir seu objetivo - a sensação é de se estar em um ambiente muito maior, truque alcançado pela claridade conseguida pela iluminação e pela parede branca.
A arquiteta planejou o espaço onde obras de arte se integram totalmente ao ambiente e criam um efeito surpreendente, sob o tema "O Brasil, sob uma visão européia". O destaque no trabalho de Liège, porém, fica na saleta ao final do corredor, onde há um enorme painel de 3m x 2,83m, que reproduz uma tapeçaria francesa do século XVII e ocupa toda a parede de fundo. A imagem, um índio caçando nas matas brasileiras, foi inspirada nas pinturas do holandês Albert Eckhout, que integrou a expedição holandesa ao Brasil Colônia. A tapeçaria original integra o Acervo Maria Luísa e Oscar Americano. Em frente ao painel, a arquiteta posicionou duas poltronas, cujos encostos seguem os desenhos da tapeçaria.
"Foi pura inspiração, nunca havia visto um trabalho assim. Mas, eu precisava encontrar uma fórmula para não ofuscar a imagem do painel", explicou a arquiteta.
A Jundiaí Décor acontece até o dia 23 de outubro e a entrada custa R$ 10,00. Jundiaí fica a cerca de 60km de São Paulo.
As pessoas que querem mudar a decoração da sua casa, mas não estão em condições de gastar muito, podem recorrer à reciclagem de móveis. Utilizando técnicas como marmorização, pátinas, envelhecimento, laqueação e pintura, é possível dar uma cara nova a uma peça que mostra sinais de desgaste.
Ao contrário da restauração, que tem por objetivo resgatar a aparência original, na reciclagem a intenção é realmente alterar o visual do móvel. Por isso, antes de reciclar uma peça, verifique se ela não tem um valor histórico alto ou é assinada por um designer famoso, pois qualquer interferência vai desvalorizá-la.
A reciclagem pode ser utilizada não somente em móveis de madeira, como também em peças em bronze, ferro, latão e zinco. Nesses casos, os serviços variam entre desoxidação, polimento, remoção de tinta e pintura.
Em um projeto de decoração, um dos principais pontos a serem levados em conta é a forma como será feita a iluminação do ambiente. A escolha das tonalidades das lâmpadas deve ser baseada de acordo com o que se espera do local.
A aparência da cor de uma lâmpada é medida em Kelvin (K) e está relacionada com o uso da luz natural. A luz solar do meio-dia, por exemplo, tem tonalidade branca próxima dos 5 mil Kelvin, enquanto no final da tarde, ela é mais amarelada, o que causa uma sensação de relaxamento.
As lâmpadas na faixa de 4 a 5 mil Kelvin, que proporcionam luz de tonalidade branco-azulada, são estimulantes e ideais para locais onde as pessoas precisam ser produtivas, como escritórios e indústrias. No caso de restaurantes e residências, onde se espera criar um ambiente aconchegante, é recomendável o uso de lâmpadas de no máximo 3 mil Kelvin, com tonalidade branco-amarelada.
Depois de um dia de trabalho, é natural querer chegar em casa e relaxar com um bom banho. Aqueles que gostariam de fazer isso enquanto assistem à televisão, por mais estranho que seja, já podem realizar seu desejo, caso resolvam investir em uma banheira de hidromassagem equipada, inclusive, com aparelho de DVD.
Quem dispensa a TV, mas não abre mão de um banho restaurador, pode adquirir uma banheira controlada por celular ou computador de bolso. Com esse tipo de hidromassagem, que é ligada à Internet, é possível que a pessoa acione um comando para enchê-la de água e ajuste a temperatura sem estar em casa.
Como as banheiras ocupam um espaço grande, uma alternativa para quem não quer encurtar seu banheiro é apostar em uma hidromassagem vertical. Instalada dentro do boxe, ela possui vários jatos e permite que a pessoa possa relaxar em pé mesmo.