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A GE Eletrodomésticos divulga receita baiana
*Imagem do Risoto de Camarão, maturi e coco fresco.
*Imagem do Risoto de Camarão, maturi e coco fresco.

A marca GE Eletrodomésticos, em parceria com o Viver Casa & Gourmet, acaba de promover a segunda etapa do Gourmet Experience, uma mistura de jantar com curso de culinária. Comandado pela chef Tereza Paim, do restaurante Terreiro Bahia na Praia do Forte, o evento contou com um menu tipicamente baiano, preparado exclusivamente para a noite.

Risotto de camarão, maturi e coco fresco
Ingredientes
  • 2 xícaras de chá de arroz italiano para risoto, tipo arbório ou carnarolli, sem lavar
  • 1 kg de camarões médios com casca (500 gramas de camarão limpo)
  • 2 dentes de alho, sem casca, inteiros
  • 1 talo de alho poro em rodelas finas
  • 1 cebola média em corte Juliana (tirinhas)
  • 150 gramas de coco fresco ralado
  • 200 gramas de maturi fresco
  • 30 ml de dendê ou 100gr de manteiga gelada
  • 10 colheres de sopa de azeite extra virgem
  • 1 xícara de chá de vinho branco seco
  • sal
  • pitada de pimenta do reino branca
  • 2 L de caldo de camarões, aproximadamente
Modo de fazer:
  1. Limpe os camarões (retire as cascas e a tripa sempre em água gelada) e reserve.
  2. Coloque o caldo para ferver com bouqeut garni (amarrado de alecrim, tomilho, folha de louro, alho poro e salsinha)
  3. Numa panela, derreta metade da manteiga com o azeite e coloque o alho poró em tirinhas, fritando-o ate murchar.
  4. Junte o arroz, o coco e a pimenta do reino, e deixe refogar alguns minutos. Adicione o vinho branco e deixe reduzir um pouco.
  5. Comece a adicionar o caldo em fervura, em pequena quantidade de cada vez, mexendo de vez em quando.
  6. Adicione o maturi e em seguida os camarões.
  7. Quando o risotto estiver al dente, estará pronto. Desligue o fogo, coloque então o dendê ou substitua por manteiga gelada e tampe a panela por 2 minutos. Mexa, corrija o sal e sirva.
Para o caldo de camarão

Ferva as cabeças e a casca com água, cenoura, tomate, cebola, alho, nabo e alho poro. Coe e terá um caldo substancial. Ou use caldo pronto diluído em água fervente.

GE lança lava-louça que economiza água
GE lança lava-louça que economiza água

A GE Eletrodomésticos está apresentando sua nova lava-louça Ecosensor com sensor de leitura infravermelha que detecta o nível de sujeira da água para reutilizá-la, além de indicar o tempo, a quantidade e a temperatura necessários para a lavagem.

Após a pré-lavagem, o sensor com leitura infravermelha detectará a turbidez da água, obtendo um diagnóstico de sujeira. De acordo com essa análise, a lavadora trocará ou, se estiver praticamente limpa, reutilizará a água para fazer a lavagem. Os níveis aceitáveis de transparência da água estão gravados na memória da Ecosensor.

O produto conta ainda com painel digital, capacidade para 13 serviços, sete programas com ciclos especiais que consomem menos energia, sistema antitransbordamento com sensor que identifica vazamentos e ativa automaticamente o processo de saída de água, ciclo de higienização, redução de tempo do ciclo já programado, cestos flexíveis, dispenser para sabão e líquido secante, sensor de término do líquido secante, água quente com temperatura de até 60°C, proteção para super aquecimento, fechamento gradual da porta, versões piso ou embutir, entre outras características. Menor consumo de energia do mercado (ciclo Express: 0,3 Kwh). Dimensões do produto em mm: 850 A x 595 L x 600 P.

Crescimento da Marca GE no Brasil

A criação da primeira campanha publicitária institucional veiculada em mídia de massa da GE no Brasil somente 90 anos depois de sua chegada ao país tem três motivos. O primeiro é que a subsidiária brasileira tem ganhado cada vez mais importância para a matriz. O segundo, e mais surpreendente, é que até um ano e nove meses atrás a GE não tinha uma orientação de Marketing local. O terceiro é que, com uma visão de Marketing, a companhia viu que precisa criar uma identidade única para alavancar seus negócios.

A GE é um conglomerado com atuação em diversos negócios. Fabrica desde lâmpadas até turbinas para avião, passando por aparelhos de ressonância magnética e eletrodomésticos. João Geraldo Ferreira, vice-presidente de Marketing da GE para a América Latina, acredita que esta diversidade precisa ser colocada numa plataforma única para oferecer serviços integrados aos clientes. Por isso o investimento de cinco milhões de dólares na campanha publicitária.

Depois dos bancos e das montadoras, a GE é uma das principais empresas norte-americanas que está mais sofrendo com a crise financeira. Isso porque 45% do seu negócio hoje está baseado em seu braço financeiro. No Brasil, no entanto, a empresa está indo de vento em polpa e dinheiro não falta. Em 2008, a GE Brasil cresceu nada menos do que 45% e registrou um faturamento de US$ 3,3 bilhões. Em entrevista ao Mundo do Marketing, o VP de Marketing conta detalhes das ações recentes da empresa na América Latina.

Mundo do Marketing: Por que a GE decidiu fazer uma campanha publicitária institucional de massa?

João Geraldo Ferreira: A América Latina está tendo uma representatividade cada vez maior para a GE e o Brasil vem tendo uma participação relevante. Isso vem acontecendo ao longo dos últimos cinco anos. O objetivo (desta campanha) é falar especificamente com a pessoa que toma decisão. É falar com o executivo. Vamos usar, além da TV aberta, TV paga, além de jornais de grande circulação e a revista Exame. A ideia é mostrar o que é a GE no que se refere à sua multiplicidade de soluções. Quem não tem clareza do que é o conglomerado vincula a GE a lâmpadas e a eletrodomésticos.

Na realidade, somos uma organização que vai desde a área de entretenimento (a GE é dona dos parques da Universal), passando pela estrutura financeira, até a parte de infra-estrutura, que vai desde turbina de avião até locomotivas, passando pelo negócio de saúde, que produz aparelhos de ressonância magnética. Queremos passar a ideia de solução integrada. Ao usar a mídia de massa, cobrimos todos os espaços porque todo mundo hoje é bombardeados por milhares de informações toda hora em todos os meios e com os executivos não é diferente.

Mundo do Marketing: Além deste esforço em mídia de massa, haverá alguma ação mais focada ao longo do ano para mostrar este gigante que a GE é para outros públicos?

João Geraldo Ferreira: Haverá uma comunicação interna com o objetivo de dizer ao funcionário que o Brasil é uma subsidiária importante para a GE.

Mundo do Marketing: Como a GE no Brasil está sendo afetada pela crise global?

João Geraldo Ferreira: A GE não está inume. Temos sofrido os impactos da crise global, sobretudo porque temos uma participação do nosso negócio muito grande voltado para a área financeira. Não estamos 100% protegidos no Brasil, mas, ao mesmo tempo, ao fazer um investimento em uma campanha institucional neste momento é mais uma chancela de credibilidade da gestão da GE no Brasil.

Mundo do Marketing: Como vocês estão fazendo para enfrentar este momento?

João Geraldo Ferreira: O braço financeiro não é tão grande no Brasil como é no México, por exemplo. A participação do negócio financeiro no Brasil é de 18%. É pequeno se comparado mundialmente, que é de aproximadamente 45% dos negócios. Nosso objetivo é trazer para 40% para ficarmos menos expostos a crises. Aqui, o braço financeiro é voltado para o consumidor final, para aposentados, com 100 agências com foco no consumidor de baixa renda. A operação brasileira teve um crescimento espetacular de 45% em 2008 e até onde sei não existe um crescimento percentual como o nosso (dentro da organização no mundo).

Mundo do Marketing: Quais são os negócios que têm mais representatividade na operação brasileira?

João Geraldo Ferreira: A parte de infra-estrutura é sem dúvida nenhuma o nosso grande DNA. A área de energia, de transportes, de aviação e de produtos para a saúde são os negócios que representam muito para a GE do Brasil.

Mundo do Marketing: A GE tem a área de Marketing muito bem desenvolvida mundialmente. Nestes 90 anos de Brasil, que estratégias de Marketing a empresa utilizou para alcançar este público B2B?

João Geraldo Ferreira: A GE sempre foi muito focada nos Estados Unidos. O posicionamento da empresa no que se refere a marca é diferente de uma Procter & Gamble, uma Nike ou uma Nestlé...

Mundo do Marketing: Pela natureza da própria empresa…

João Geraldo Ferreira: Exatamente. Primeiro porque não falamos diretamente com o consumidor final. Somos B2B do começo ao fim com exceção das vendas de DVD e da financeira. Por isso, essa função de Marketing para a América Latina que hoje ocupo não existia há um ano e nove meses.

Mundo do Marketing: Surpreendente o fato da GE só ter este posto há tão pouco tempo para a América Latina…

João Geraldo Ferreira: O mais importante é que houve uma mobilização para dar mais atenção ao crescimento da empresa na região e no Brasil. Nesse momento de crise é o que temos que estar mais próximos. Se hoje não há capital de giro para comprar um novo equipamento, é preciso fazer a manutenção do que já existe e a qualidade do serviço prestado é fundamental. É claro que a rentabilidade é importante, mas a liquidez da empresa é fundamental. A proximidade com o cliente é essencial. Existe uma crise violenta lá fora? Claro, não vou ser hipócrita. Mas ao mesmo tempo é um momento de grande oportunidade.

Mundo do Marketing: O que você vem fazendo à frente do Marketing neste período tão recente?

João Geraldo Ferreira: Em primeiro lugar, reconheço muito o fato da GE ter colocado uma pessoa (à frente do Marketing para a América Latina). O que importa é que a empresa identificou a necessidade de pensar com uma cabeça de Marketing. Quando cheguei recebi uma folha de papel em branco. O meu histórico é de vendas e o meu perfil é de alavancar vendas com foco no cliente. Aqui comecei a trabalhar com foco em três áreas.

O primeiro objetivo foi criar uma identidade para a América Latina em termos de Marketing. Existe uma fragmentação dentro dos negócios da GE muito grande e não existia uma identidade única. O trabalho então consistiu em criar um conceito único, que foi desde uma logo até uma intranet para criar melhores práticas, passando por treinamentos.

Segundo foi desenvolver a capacidade da organização. Temos metas muito agressivas para a América Latina. Nosso objetivo é aumentar o faturamento de seis para R$ 12 bilhões em quatro anos, entre 2007 e 2010. Independente do marketing, como eu dobro uma empresa em quatro anos com o mesmo número de pessoas e com os mesmos treinamentos? É inviável. Identificamos que um dos principais gargalos que tínhamos aqui era o capital humano. Por isso recrutamos pessoas com conhecimentos diferentes e capacitamos ainda mais as que estavam na companhia.

O terceiro ponto é o foco no cliente. A grande questão era como criar “uma GE”. Isso porque íamos ao mercado de uma forma muito fragmentada. Quando ia falar, por exemplo, com uma Petrobras, não alavancava o tamanho da GE, o expertise que temos, nem os 90 anos de Brasil, nem os quase 130 anos de existência no mundo com presença em 130 países. Preciso ir de forma integrada, entregar alternativas e o desafio neste terceiro ponto é criar a imagem de uma empresa que provê soluções integradas ao invés de ter produtos vendidos isoladamente. Chego com muito mais força quando mostro que, além de ter um motor, tenho um tratamento de água, soluções que podem distribuir melhor a energia e também tenho a mesma turbina de um avião 747 que a coloco no chão, se transforma em energia e ela utiliza isso para trabalhar com etanol.

Mundo do Marketing: Essa campanha já é resultado deste novo trabalho?

João Geraldo Ferreira: De certa maneira sim. Essa campanha é resultado destes esforços, mas não quero ter a pretensão de dizer que fiz tudo sozinho. Temos uma parceria com a BBDO que vem trabalhando a marca da GE ao longo dos últimos 80 anos e fizemos uma parceria local com a AlmapBBDO. Olhando como consumidor, a campanha está muito bonita. Estou ansioso pelos resultados.

  • Título da Publicação: Crescimento da Marca GE no Brasil
  • Veículo: Mundo do Marketing-BR
  • Data de Publicação: 24/3/2009
Novas estratégias integram-se aos negócios
Novas estratégias integram-se aos negócios Ampliar
  • Título da Publicação: Novas estratégias integram-se aos negócios
  • Veículo: Gazeta Mercantil
  • Data de Publicação: 7/1/2009
Destaque Microondas 25L GE na Folha de São Paulo
Assados no Micro Ampliar
  • Título da Publicação: Assados no micro
  • Veículo: Folha de S. Paulo
  • Data de Publicação: 12/01/2009
Entre o acelerador e os Tacos
Entre o acelerador e os tacos Ampliar
  • Título da Publicação: Entre o acelerador e os tacos
  • Veículo: Golf life
  • Data de Publicação: 01/09/2008
Quem foi o fundador da GE

Quem foi o fundador da General Electric (GE)?

Thomas Alva Edison nasceu em Milan, Ohio, no dia 11 de Fevereiro de 1847. Ele foi inventor e empresário norte-americano e desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial.

O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros inventores a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone.

Edison é um dos precursores da tecnologia do século XX. Tem um papel determinante na indústria do cinema.

Muitos o consideram o maior inventor de todos os tempos. A ele são atribuídas mais de 1300 patentes, ainda que nem todas sejam de invenções de sua própria autoria.

Thomas Edison morreu no dia 18 de outubro de 1931, aos 84 anos. Patentes em vida Em 1868, patenteia seu primeiro invento, um contador automático de votos. Dois anos depois, funda uma empresa em Newark, Nova Jersey. Inventa um equipamento electromecânico que transmite telegraficamente as cotações da bolsa de valores. Enriquece com a comercialização do aparelho e inventa outros dispositivos sem aplicações comerciais. Cria um aparelho que facilita as transmissões em código morse: uma pena elétrica que simplifica a duplicação em mimeógrafo.

O microfone de carvão, outro invento, torna possível as transmissões telefônicas.

Muda-se para Menlo Park, Nova Jersey. Diversifica suas pesquisas, abordando as mais diversas tecnologias.

Aplica-se na investigação em telefonia, aperfeiçoa o fonógrafo, cria a primeira lâmpada incandescente com filamento de carvão. Trabalha já com uma grande equipe de profissionais, constrói o primeiro dínamo de alta potência.

Patenteia muitas invenções, como o gerador de alto vácuo para a fabricação de lâmpadas, o contador de electricidade, o regulador de corrente para máquinas de soldar elétricas.

Em outubro de 1879 a Edison Electric Light Company é já uma potência económica dominando a época da electricidade nos Estados Unidos. Patenteia a lâmpada incandescente de filamento fino de carvão a alto vácuo.

A Edison General Electric é fundada em 1888. Será um dos maiores conglomerados industriais do planeta. Fabrica todos os tipos de dispositivos elétricos, como geradores, motores, gigantescas válvulas solenóides. A empresa transforma-se num dos maiores fabricantes multinacionais.

Durante a Primeira Guerra Mundial, a General Electric entra no campo de metalurgia naval, produzindo gigantescas máquinas e novos equipamentos para os navios construídos em diversos estaleiros americanos. A GE entra no ramo da indústria química, aperfeiçoando os métodos de fabrico de novos produtos e substâncias.

  • Título da Publicação: Quem foi o fundador da GE
  • Veículo: Bonde. O seu portal
  • Data de Publicação: 18/10/2008
Tecnologia na Expoflora 2008
Tendência em Tecnologia Ampliar
  • Título da Publicação: Tendência em tecnologia e sofisticação é a contribuição da GE Eletrodomésticos
  • Veículo: Jornal da Manhã (SP) Editoria: Geral
  • Data de Publicação: 11/09/2008
Contrutoras e Indústria

Construtoras e indústria de eletrodomésticos fazem parcerias

Empresas buscam repetir modelo americano, em que residências vêm mobiliadas.

Construtoras e fabricantes de eletrodomésticos começam a fazer parcerias para tentarem repetir no Brasil o modelo de venda de imóveis comum nos EUA, em que as residências já vêm mobiliadas. O primeiro acordo nessa linha foi feito entre Whirlpool, dona das marcas Consul e Brastemp, e Cytec+, construtora de empreendimentos populares da Cyrela.

O acordo está sendo testado no Líber Condomínio Resort, em Ribeirão Preto (SP). Cada um dos compradores dos 500 apartamentos terá três opções na escolha dos eletrodomésticos. Poderão optar entre levar o imóvel com geladeira e fogão, com lavadora e aspirador de pó ou com climatizador, condicionador e ventilador de teto.

Os aparelhos são da marca Consul, têm modelos e cores definidos e serão entregues na conclusão da obra, em 18 meses. O valor médio de cada kit de produtos é de R$ 1.500. "Fizemos um amplo trabalho de pesquisa nos estandes e descobrimos que o consumidor se dispõe a pagar um pouco mais por diferenciais que considera valiosos", diz Ana Pessoa, gerente de marketing da Cytec+.

No caso da parceria, o consumidor não pagará, mas levará de brinde os eletrodomésticos. Boa parte do investimento em marketing do empreendimento foi usada na compra dos produtos. O investimento da construtora superou R$ 1 milhão.

"Esse tipo de parceria tende a crescer no Brasil", diz Eduardo Macedo, diretor da consultoria Gouvêa de Souza. "O acordo permite à construtora oferecer um diferencial em seu produto, e à Whirlpool, abrir um novo canal de distribuição."

A fabricante encara a parceria como uma espécie de teste de mercado. "Apesar de o conceito ser forte em outros países, o Brasil tem particularidades distintas em termos de legislação e financiamento", afirma Fernanda Azevedo, gerente-geral de vendas da Whirlpool

Nos EUA, onde mais de 40% dos novos imóveis vendidos são mobiliados, o consumidor faz o financiamento da residência e dos móveis no mesmo contrato. Além de tal modalidade não existir no Brasil, a prática poderia ser qualificada como venda casada, que é proibida por lei.

"Com o crescimento forte da construção civil, estamos começando a nos aproximar desse canal de vendas, que se torna cada vez mais interessante", diz Azevedo. Segundo ela, a empresa não tem ainda perspectivas se a modalidade poderá se tornar relevante em suas vendas.

"Como todas as concorrentes têm lançamentos em Ribeirão, buscamos oferecer diferenciais", afirma Yorki Estefane, diretor da Cytec+. A construtora fez ainda parcerias com a Telefônica, para fornecimento de TV paga, telefonia e internet, gratuito por três meses. Em troca do acesso aos consumidores, a Telefônica ajudou nos investimentos em marketing.

Já a Mabe (dona das marcas Dako, GE e Mabe) fez parcerias com diversas construtoras para colocar promotores nos estandes de vendas dos imóveis. "Se 80% dos apartamentos comprarem os eletrodomésticos conosco, mobiliaremos o salão de festas, por exemplo", diz Otto Greinacher, gerente de novos canais da Mabe.

  • Título da Publicação: Construtoras e indústria de eletrodomésticos fazem parcerias
  • Veículo: Folha de S. Paulo
  • Data de Publicação: 07/09/2008
Energia Limpa
Google e GE querem pesquisar energia limpa Ampliar
  • Título da Publicação: Google e GE querem pesquisar energia limpa
  • Veículo: Hoje em Dia (Belo Horizonte - MG)
  • Data de Publicação: 22/09/2008